Há cerca de dez horas atrás, a Sega fez o impossível e destruiu o Ciclo de Sonic. O primeiro trailer de Sonic The Hedgehog 4, previamente Project Needlemouse, foi lançado e o mundo festejou, durante cerca de doze segundos, culminando num silêncio total mesmo antes do vídeo terminar.
Atestem vocês próprios a esta montanha-russa de emoções.
Não vos vou maçar por causa da estética do jogo ou que a animação de corrida parece ridícula. O problema aqui é o subtítulo, informando-nos que se trata de um jogo de conteúdo episódico. No artigo do GameSpot, Ken Balough da Sega evoca as memórias de Sonic 3 e Sonic & Knuckles perante esta decisão, mas infelizmente não me convenceu.
Nesta edição o Rui Parreira da revista Smash! junta-se ao pessoal do RumbleCast, que tenta jogar/desiste/nem sequer mexe no primeiro Mass Effect enquanto o mundo inteiro fala da sequela. E falamos de outras coisas também. Ah e este podcast é para maiores que 16 anos, vá, xô.
Nesta edição poderão encontrar 6 páginas de Rumble Pack. Este mês com o Professor Pasqualete a fazer as dissecações revolucionárias sobre os números NPD de Dezembro nos EUA à boa maneira de um bom analista e a tabela de características das consolas no mercado vistas de acordo com a perspectiva de cada ista.
E não se esqueçam que está por lá um artigo gigante sobre a Sega. A Sega é como o Benfica: quando se fala nela, é sempre no Passado. Só faltou os jogos serem também a preto e branco para serem unha com carne.
Por via de DLC, pois claro. A expansão Trials of St. Lucia trará um modo cooperativo e ferramentas para se criar desafios personalizados e partilhá-los com outros utilizadores. Soa a uma característica bem forte para não descartar Dante’s Inferno por causa do tão próximo God of War III. Mas então porque não lançar estes extras juntamente com o jogo? É estranho da EA ter ocultado isto até agora, ainda nem sequer vieram a público tornar isto “oficial”, visto que este vídeo foi retirado directamente de um exemplar do jogo que fugiu da loja mais cedo.
Talvez a Visceral Games ficou com medo do Kratos e quis meter o jogo cá fora o mais rápido possível para o consumo rábido daqueles esfomeados pela longa espera do terceiro capítulo do homem grego que grita com todos.
E como com a pressa este material foi parar ao chão da sala de edição, tornou-se legível para conteúdo adicional de modo a atrair o interesse (e dinheiro) daqueles que vão ignorar o título durante este e o próximo mês. Parece tudo muito bonito e bem pensado, até que alguém descubra que está tudo no disco do jogo, claro.
Eu cá estou interessado no jogo, nada me atrai mais que agarrar numa obra que todos amam e violá-la a torto e direito, produzindo algo ridiculamente abusado. Ouvi dizer que tem bebés com lâminas em vez de braços!
“O livro que trago hoje prá aula
é o Inferno do Dantes, a versão do bideojogo.”
Ao que parece a Sony foi rever a história da Nintendo e apercebeu-se do que lhe deu a vantagem a partir de 1989.
Uma consola portátil rentável?
Não, a partir de agora a PS3 também vai ter o Tetris! Eis o que Adam Grant, PSP European Product Manager, tem a dizer sobre isso:
“EA are currently working on a PS3 version of Tetris that will take full advantage of the capabilities of the PS3 and provide the best experience. Look for this version to be available later this year.”
Não sei quanto a vocês, mas eu mal posso esperar para ver como a Microsoft e a Nintendo vão responder a tamanha ameaça!
E, como o Rumble é a mãe de todas as fontes, apresento-vos gameplay exclusiva:
E toma! Não é que acabaram de ser expostos ao FUTURO?
Visto que negar servidores dedicados aos jogos de teclado e rato não parece ser suficiente para que o computador pessoal passe a ser cada vez mais uma consola, nada melhor que dar um empurrãozinho e vender um pacote com uma placa de vídeo e um comando ranhoso rotulado como a derradeira experiência de videojogos!
Não há nada melhor do que explorar aqueles que nada percebem de computadores e vender um produto que faz exactamente o que maioria dos PCs de há dois ou três anos atrás, equipados com duas saídas de vídeo, conseguem fazer depois de ligar um cabo e uns quantos cliques no painel de controlo da placa gráfica.
Se não percebes de PCs, esta festa não é para ti.
Ironicamente, para o público que já joga no seu computar há décadas, o número aleatório de jogos disponíveis que usam para promover o sistema é visto como uma desvantagem. 27 mil jogos compatíveis? Quer dizer que nem metade dos títulos para PC correm naquilo?… Espera lá… O que é isto?
Atenção ao pormenor dos queixos bastante arredondados.
É por demais. Olhar bastante expressivo do sujeito que se apresenta em destaque na capa e monstrinhos estranhos também se verificam. Armas para tudo matar em punho, e temos as condições ideais reunidas para ser jogaço este Mass Effect 2, neguem. Confiram o veredicto ao game (e toda uma panóplia de vastas informações mais sobre os senhores“developeres” do jogo e tudo o mais) na revista que não vos tenta contar a história da carochinha dizendo que existe uma forte questão ideológica a separar um 72 dum 73.
Nesta edição, o Rumble! traz até vós uma edição dedicada aos Ludologistas, os filósofos dos videojogos. As “técnicas de engate” das lojas portuguesas contadas por um Ludologista no Portugalinho, meu amor e uns Bitaites recheados de “ludologismos” vindos do curso de Jogos Digitais em Mirandela.
Ah, e um Dr. Tavares analisa… Assassino Credo 2 com muita incoerência a correr na veia.
E quais são as reacções das primeiras pessoas que leram o Rumble! desta edição?
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