Mais um mês… mais uma capa de Wrestling na MaxiConsolas. Como se vai dizendo… “é um barrer”. Não costumo comprar frequentemente revistas, mas uma vez por outra - um mês ou outro portanto - compro. E como revista generalista que é, a MaxiConsolas costuma ser uma escolha.
Mas começo a sentir-me mal. Falo com sinceridade. Pareçe que começo a ser um anormal no mundo, que ainda ousa pensar em comprar uma revista porque foi o mês de lançamento de uma nova consola, ou porque os meus amigos me disseram que a revista contém a análise ao jogo do ano para os senhores da revista.
Mas eu sou um pseudo-intelectual, como sabem de resto, que inclusivé ainda pensa que no início de Dezembro a PS3 não corria jogos copiados. Como sou otário! Claro está que o lançamento da versão Xbox 360, um mês depois da versão PS2 ter saído, do tal jogo de Wrestling é muito mais relevante, significativo e importante do que o resto.
Afinal de contas… o que é isso do lançamento do jogo do ano? Lançamento de uma nova consola? Banilidades somente… mas só, acreditamos nós, se forem numa qualquer 5º Dimensão ou no mundo da Alice no País das Maravilhas. Porque na dimensão e mundo, anormal por conseguinte, onde eu e o rumblepack vive, o lançamento de uma nova consola ou do jogo do ano ainda ousa, imagine-se, a mereçer indubitavelmente todas as atenções.
Por: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi