
Todos os anos o mundo é invadido por um exército feroz e que promete capturar miúdos e graúdos por todo o mundo. Estou claro a falar dos jogos relacionados com tudo aquilo que possa ser inserido num jornal desportivo. E qual é o desporto-rei, qual é?
– O Fute… Beifica? –
E como não manjo da coisa, considerei apropriado escrever uma pseudo-análise à actual temporada desta guerra, limitada a dois franchises que não se cansam de lançar capas com meninos da bola e um “numerozito = ano_actual + 1“.
Na geração anterior de consolas, Pro Evolution Soccer — PES – tomou o mundo, acabando com o ciclo de tirania em regiões não-nipónicas de um tal FIFA.
PES tornou-se mesmo num dos símbolos da Playstation 2, e aquele que não sabia o significado da sigla não passava de um imundo infiel que insultara a sua religião.

– “Vem cá ver os meus PES, #$%&@!” –
Entretanto, FIFA prometia mais e mais mudanças que evidenciavam uma procura de identidade perante a crescente popularidade do seu rival, obrigando o simulador da EA Sports a proceder a uma série de mudanças a cada ano que se resumiam a habilidades com nomes fudónicos mas pouco convenientes — off the ball? Ninguém se lembra disso…
Já o PES era constantemente elogiado e considerado uma necessidade tão essencial como comer, mesmo quando foi descoberto o maior bug de sempre na série: o Adriano.
E assim entrámos na nova geração…
Devo avisar que o artigo tem fins lúdicos, humorísticos e irónicos, não procurando insultar qualquer entidade ou grupo ético — e por um momento pensei que não estava no Rumble Pack!
Portanto se são rapazes ou raparigas seguidores desta nossa cultura…

O pontapé de saída é aqui em baixo, camaradas!























