Arquivos para a Categoria ‘Artigos’

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Paixão explosiva no deserto

14 Junho, 2008
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Quem é jogador e tem orgulho de o ser, sabe que a sua paixão nem sempre é partilhada por quem mais gostaria. Afinal, entre os jogadores contam-se putos idiotas que passam mais tempo a jogar do que a respirar, futebolistas cretinos que nem sabem os nomes dos jogos [e que eu, sinceramente, julgo que precisam de apoio técnico para ligar a consola], o ocasional adolescente reprimido que pega em armas de fogo e resolve exterminar os colegas para se suicidar em seguida e que constitui o principal grupo alimentar do Jack Thompson, os membros dos gangs que entre um assalto a uma bomba de gasolina e uma razia no comboio dão uns toques num ou noutro jogo…enfim, diga-se que não há muitos embaixadores respeitáveis dos jogos de vídeo.


“Os jogos devem ser levados a sério, são uma forma de arte como outra qualquer e eu sou um apreciador, como podem ver.”

Mas agora, Yggdrasil mostra-vos um senhor, perdão, um Senhor que partilha connosco esta paixão e que se encontra numa posição de relevo - se eu vos disser que existe um indivíduo que aprecia jogos de vídeo, que é seguído por milhões de pessoas e que é um interveniente importante nos destinos de um país, como é que vocês reagiriam? Se forem mais novos, é o tipo de coisa que vos pode fazer dizer “Mãe, mãe! Este senhor é importante e gosta muito de jogar! Vês como não tem mal nenhum?”.

Pois bem, aqueles que vêem telejornais de certeza que já ouviram o nome deste indivíduo: Moqtada al-Sadr. Trata-se do líder do Movimento Sadrista do Iraque - um movimento que tem esse nome por causa do…bem, já perceberam - e é o braço político do Exército do Mahdi, uma milícia criada pelo próprio Moqtada em 2003 e que protagonizou vários enfrentamentos violentos contra as tropas norte-americanas no Iraque.

Ora bem, o que tem tudo isto a ver com jogos, podem perguntar? Simples, Moqtada al-Sadr é um grande jogador, grande ao ponto de quando era mais jovem e se encontrava a estudar na escola islâmica, ter chumbado no seminário e ter recebido a alcunha de “mullah Atari” pelos seus colegas. Como podem ver, deve ser bom tipo.

E ainda lhe chamam fundamentalista? É urgente atingir um melhor entendimento entre os povos.

Como eu estava a dizer, é muito importante que tenhamos figuras de peso a defender esta nossa paixão, uma vez que o mercado cresce mas continuamos a ver um certo alheamento da sociedade em relação ao fenómeno - algo que o nosso colega Moqtada está a tentar mudar, a um atentado suicida de cada vez. Note-se que a vida de Moqtada já não é só jogos e bombas - depois de ferozes combates com as forças norte-americanas e iraquianas, o Moqtada lá fez uma trégua - possivelmente porque onde ele morava a electricidade já era pouca e não era possível jogar Halo durante mais de uma hora.

Reacção em Bagdade, depois de ter sido anunciado o adiamento de Brawl para Junho.

Acerca da sua milícia, o Exército do Mahdi, convém realçar o seguinte: no Islão xiita [ramo professado por Moqtada], a figura do Mahdi surge como a do redentor que irá surgir na Terra aquando do final dos tempos. Mude-se a interpretação religiosa, e o Mahdi pode ser adaptado a quase tudo: pode ser o Duke Nukem Forever, pode ser o dia em que a PlayStation 3 ultrapassa as vendas globais da XBox 360, pode ser o dia em que a Nintendo resolve criar uma nova personagem de bandeira, pode ser o dia em que surge um novo Sonic decente, pode ser o anúncio de Metal Gear Solid 4 para a XBox 360…acho que me estou a fazer entender.

Em Fallujah, as lan parties são muito, muito intensas. Às vezes, quando facções rivais se desentendem, acabam nisto.

Quando voltarem a ver a figura de Moqtada al-Sadr na televisão, nunca pensem nele como um terrorista ou um radical islâmico - pensem nele como um aliado, alguém que partilha esta nossa paixão e onde podemos ver isso nas suas acções, quem mais é que formaria uma milícia destinada a dar as boas-vindas ao Duke Nukem Forever?!

“Sony, foste avisada, mas não nos ouviste. Prepara-te para as consequências.”

Quando este senhor for ayatollah e tiver o poder de redigir fatwas, aí sim meus caros, vamos chegar ao zénite - comecem a enviar-lhe fan mail porque no dia em que ele chegar a essa posição de relevo no clero xiita, vai poder emitir fatwas ameaçadoras cada vez que nos sentirmos defraudados. Acham que a Square-Enix fazia isto se tivesse de enfrentar uma milícia armada até aos dentes?


“Se Final Fantasy XIII não chegar até ao final de 2008, faremos um banho de sangue para mostrar do que somos capazes.”

Por: Yggdrasil

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Por um GTA 4 não censurado: Ousar lutar; Ousar resistir!

23 Maio, 2008
Artigos

Reza a história de que a Austrália é povoado por um conjunto de meninos, sendo, consequentemente, um povo muito susceptível a imagens violentas. De tal forma que estas provocam incontinência quando os betinhos estão a dormir. Por forma a não mijarem na cama para o resto das vidas por causa dos videojogos os meninos australianos só podem acolher no seu país jogos com uma classificação etária até aos 15 anos, segundo a lei. Assim sendo as autoridades perante a eminente chegada do antro de violência do GTA 4 trataram de combater o crime com um certo e pomposo estilo.

Aplicada a típica censura para trazer o jogo “mais para baixo”, para os 15 anos, eis que finalmente os meninos australianos podem estar mais tranquilos, não estando sujeitos a serem corrompidos pela violência de decapitar alguém, para poderem, graças a Deus, mandar, apenas, um balázio na cabeça do senhor que pretendem matar no dito cujo.

Relativamente perto da Austrália está um simpático país de seu nome Nova Zelândia povoado, certamente, por um bando de arruaceiros, uma vez que têm a classificação etária de para maiores de 18 anos. Trata-se indubitavelmente duma sociedade corrompida ao permitir que meninos ainda alheados da verdadeira consciencialização própria enquanto indivíduos inseridos numa sociedade estruturada e normalizada bem como deficitários da capacidade de terem um pensamento abstracto capaz de descortinar a ténue linha que separa a realidade da ficção, possam entrar numa loja que exibe à descarada nas prateleiras das lojas, jogos electrónicos, prontos a serem agarrados por qualquer um, para maiores de 18 anos. Estamos a falar de jogos de cariz disfuncional com uma estupidificante gratuidade na propensão para fomentar a irascibilidade e transformadores anarquistas da realidade que se deve prezar pelo civismo e uma pró-actividade empreendedora do bem estar. Felizmente vivo num país e num sistema europeu onde há bom-senso e os videogramas não podem exceder uma classificação etária de para maiores de 17 anos. Só podemos lamentar a quantidade de jogos corruptos que há na Nova Zelândia e que felizmente não são passíveis de chegarem cá, uma vez que dispomos, ao contrário deles, dum sistema amigo dos bons costumes. Vivas ao conservadorismo da classificação para maiores de 17 anos, abaixo a tragédia que é a classificação para maiores de 18 anos. Temos um bom sistema, pelo que vocifero, a quem de bem na Europa me permite ter este conforto, um bem haja!

Ora… consta que na Nova Zelândia, porque está geográficamente perto da Austrália recebeu a versão do jogo censurada. Perante o tumulto dos consumidores da Nova Zelândia a Take 2 nada disse. Pudera, há que fazer render o peixe. Só que este fechar de olhos à revolta do povo sobre a injustiça que os capitalistas estavam a exercer não pôde continuar por muito mais tempo, uma vez que as ‘coisas’ aqueceram quando chegaram relatos de que já se tinha formado um vasto grupo de revoltosos, tendo as estimativas apontado para cerca de 80% de toda a comunidade dos jogadores da Nova Zelândia, ou se preferirmos em números, cerca de 20 pessoas(!).


– os protestantes lutando civicamente e amigavelmente pelos seus direitos –

Dramático, hoje, quando erramos por entre as ruínas da sobremodernidade, é saber a importância da dissensão face ao consentimento apático e amorfo das massas uniformes que alimentam e sustentam a farsa democrática das maiorias corrompidas pelo poder económico. Foi certamente incumbido deste celestial espiríto que Stan Calif descontente por estar a pagar full price por um jogo censurado, ou seja incompleto, optou pela desobediência civil e insurgiu-se contra o poder económico, personalizado pela Take 2 que não pestenejou em prejudicar o consumidor a troco de uns poucos milhares de dólares a mais ganhos por ter ali à mão a versão Australiana, não tendo consequentemente de se preocupar a “tratar” da vinda para a Nova Zelândia do jogo não censurado de, certamente, paragens mais distantes e, claro, mais dispendiosas. Optar pela desobediência civil será, talvez, a derradeira e mais importante forma de intervenção e de participação activas na vida e no quotidiano de todos.


– É necessário que desde pequenos todos aprendemos a dizer “não!” ao poder corrompido que nos tenta perverter diariamente

Assim sendo, Stan Calif pretendia vender cópias importadas através da sua cadeia de lojas First Games. Só que isso é ilegal uma vez que no país anteriormente referido só é permitido a importação de jogos para venda ao público que tenham sido submetidos à classificação etária pela Office of Film and Literature Classification (OFLC).

Pelo menos uma coisa já sabemos: a Replay Zone de certeza que não vai abrir lojas na Nova Zelândia, visto que lá não podem vender gato por lebre, prática comum nesta referida loja (embora também já me tenha chegado relatos de pessoas que foram alvo desta prática pela GameStop) quando vende jogos NTSC ao consumidor, tendo os mesmos já sido lançados na sua versão PAL, achando-se a Replay Zone, imagine-se, que não está de todo no âmbito do seu dever comunicar ao consumidor esse, “pormenor de circunstância” de ela própria ter decidido pelo consumidor que este quer é a versão NTSC do jogo pois “Qual é o problema? O jogo é igual”, dizem eles — É, um tipo arrota um molho de notas de euros em vez de sacar da net o jogo porque só está preocupado com a puta do jogo ser igual e tudo, não se está mesmo a ver que sim.


– SHORTS!!! –

Porém, na Austrália é permitido que qualquer pessoa a titulo individual possa submeter, por exemplo o GTA 4 para análise de conteúdos, tendo sido isso mesmo que Stan fez, a troco do pagamento de USD$1080 — ah, afinal parece que a Replay Zone pode pensar em expandir o negócio para aquelas paragens. Caso o jogo fosse recusado pela OFLC, as cópias importadas a titulo individual para uso próprio passariam também a ser ilegais no país, pelo que até nestas circunstâncias a importação do meu GTAzão Quatrozão ficaria vedada. De referir também que quando o processo é classificado como urgente o mesmo poderá obter uma deliberação em até 3 dias úteis. Para isso é necessário a colaboração da entidade produtora do conteúdo em análise, a Take 2 neste caso, que gentilmente cagou para a cena não tendo portanto sido possível à OFLC ter dado uma resposta dentro deste prazo para situações de urgência. Restava esperar o prazo normal de 6 a 8 semanas para obtenção duma resposta.

Mas passadas apenas 2 semanas a deliberação foi de imediato anunciada indo precisamente de encontro à legalização da importação para venda na Nova Zelândia do GTA 4. Um sinal de que a revolta nas ruas com um veemente “Não!” ao parlamentarismo burguês do capital triunfou!

Um final feliz que vai proporcionar a cerca de 20 pessoas deste importante mercado (ei… e porque cada um de nós merece ser respeitado, pela sociedade <inserir classificação fundamentalista>, como um ser individual, e não um elemento mais pertencente a um colectivo sem identidade individual onde, assim, se é desprezável) a obtenção do jogo do milénio sem censura.

P.S. — Não, não foi o André Carita que escreveu algumas partes deste texto.

Não tenho dinheiro para pagar (€€€) o quanto ele pede por cada artigo!



Oh wait!

Por: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi

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Videojogos a ficarem mais fáceis?

10 Março, 2008

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Pois bem meus caros colegas. Depois de anos de negociação finalmente fui libertado! O quê?! Estão a pensar que isto é uma desculpa de última hora por eu ter preguiça de postar?! Acham mesmo?! Bem quanto a isto digamos que encontrei uma preciosidade muito motivadora, uma inspiração, uma linda inspiração.

Pois bem. Vamos a algumas nutícias. — Hah! Entenderam? Nutícias! Tipo… peguei notícias e troquei o “no” por “nu” de um modo que tivesse duplo sentido! Céus, como eu sou engraçado! Pareço já o outro com as suas grandes piadas linguísticas…

Depois do incrível sucesso e boa recepção que o Team Fortress 2 obteve, a EA Games está a preparar o seu novo Battlefield chamado Battlefield Heroes. Boa! Finalmente vamos ter uma concorrência para o aclamado jogo da Valve. Vamos cá ver um screenshot!

Hmm… Espera… Parece-me bastante familiar… Até me faz lembrar isto talvez…

Bolas EA Games! Tanto tempo a funcionar e ainda a seguir a velha fórmula? O Sim City Societies não vos ensinou nada?

Formula do Calculo do Sucesso de um jogo da EA games!

Ainda falando na EA Games agora a meio de Março vai ser anunciada o novo jogo dos Sims. Não, não é mais uma nova expansão para gastares 40 euros a cada lançamento porque a sua filha ou irmã deseja o jogo; agora será o The Sims 3. Ou seja agora é um novo jogo e mais umas carradas de futuras expansões a custarem 50 euros para aniquilarem todo o espaço do teu HDD! Depois mais informações sobre o The $ims 3 (Hah! Gostaram? Mas como é possível eu ter tanta piada, meu Deus).

Agora voltando ao tema do meu post.

Mais depois do clique.

Por: Seth, that guy who loevs mudkipz

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[Review de Ver] Como vencer no Nintendo

27 Fevereiro, 2008

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*Artigo a meio da semana porque o prazo de validade neste caso não dura até ao fim-de-semana ;=)

Um pouco por todo o país está a decorrer a feira do livro do Jumbo. Sim, a cadeia de hiper-mercados Jumbo. Assim à partida pode parecer um sítio menos digno para uma feira do livro, mas o que é que interessa onde eles são comprados.

É nessa mesma singela feira que está um precioso livro à venda por uns meros 2€. Um livro indispensável para qualquer gamer: para os nintendistas poderá ser uma relíquia; para os restantes istas poderá servir de um bom livro de anedotas (: .

A premissa do livro é, como na própria capa está explicito, indicar “estratégias para vencer” nos jogos da NES. São 100 jogos com “truques inéditos“. E por inéditos… acho melhor ilustrar alguns exemplos da mais pura nata carismáCtica.

O resto do post depois do clique.

Por: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi

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Fim do Radical My Games [Recordar é viver: inclui Episódio 1]

12 Janeiro, 2008
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O programa de videojogos Radical My Games que passa na Sic Radical acabou.

Para assinalar o momento vamos recordar o primeiro programa, esse valente pedaço de momento televisivo.

Resta saber que tipo de valente pedaço foi este.
Mas há uma frase, dita pelo próprio apresentador, que não sei porquê fica no ouvido:

Jogas PC ou Playstation?

Que frase mais carismática Meu Deus. Digna de uma verdadeira betoneira a cuspir cascalho. Eu também tenho uma frase para o Diogo Beja (apresentador). Oh ela aí:

O programa acabou… a segunda série. Vai haver uma pequena pausa nas gravações para os senhores do My Games poderem pensar melhor o programa. Porque será?

Talvez para a terceira série do programa seja melhor começarem a beber outra bebida.

Talvez com a ajuda divina a coisa saia melhor.

Por: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi

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VALVe COMBO!!!

9 Janeiro, 2008
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Quem anda na faculdade sabe bem a quantidade de anúncios que são postados nos placares e vitrinas. Até mesmo nas janelas. É o caso da minha faculdade (ESAD-CR). Em jeito de piada interna que só os gamers da minha escola quem jogaram Portal iriam perceber, afixei este anúncio:

A parte mais egraçada é que, passadas algumas semanas, alguém afixou, logo junto ao meu anúncio, um outro, criando uma situação um tanto ou quanto… Vá… ÉPICA!

C-C-C-C-COMBOOOOO BRE… oh wait…

C-C-C-C-COMBOOOOOOOO!!!

Por: Alarka

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Quero o PES e a consola do PES, fachabor.

3 Dezembro, 2007
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Neste país onde há pessoas que pensam que a Nintendo faliu e que pensam que a Xbox 360 continua com o mesmo comando gigantesco da original, ocorrem ocasionalmente pérolas vindas dos leigos, ou, como as pessoas gostam de chamar hoje em dia, casual gamers… Do ponto de vista de um gamer mais a puchar para o hardcore, isso é material para rir, ou para chorar.

Ai, os casual gamers… Esses seres andantes que povoam o nosso país, que me vêm durante 5 minutos a jogar Team Fortress 2 e cagam sentenças, cospem cascalho fortemente, portanto, dizendo que o jogo é desequilibrado, como quem percebe do assunto porque joga o jogo à anos, ainda que só me tenha visto jogar o jogo durante, repito, 5 minutos sem saber sequer o nome do mesmo. Quando presenceio estas pérolas, dá-me vontade de fazer coisas más a essas pessoas…

Sim. Estamos em Portugal, amigos! E tal é a alegria de viver em tal país! Onde PlayStation é sinónimo de videojogos e tudo o resto é mero lixo electrónico. Mas curiosamente, nem todos os possuidores de PlayStation se resumem a gays.

Aqui e ali, ocasionalmente, quando entramos numa loja com jogos à venda, mais frequentemente numa Worten ou numa Fnac, é habitual ouvir os leigos mandarem bacuradas. Como em Portugal o futebol é o único desporto que dá dinheiro, o único jogo que eles compram é o PES, pois claro. Alguns ainda vivem na ignorância e jogam FIFA, coitados. Confesso que não gosto de jogos de futebol, nem tão pouco de toda a algazarra que se faz à volta do desporto. Voltando à jantarada Rumblepackiana, lembro-me que o momento em que passei maior seca foi quando se juntaram a jogar PES. Não me lembro qual, se era o 2006 ou 2007… Seja ele qual for, where’s the fucking difference? Actualizações nas equipas, retoques na jogabilidade e “Puff!”, estoira mais 65€… Caso seja estúpido.

Depois deste post, adivinho sérias flames. Estarei certo?

Portanto… Retrato aqui o episódio caricato onde um dos tais leigos, dirigindo-se a um empregado da Worten, pediu “o jogo do PES”. Este, muito prestável e culto no assunto, como é costume (ou não), perguntou prontamente, para que consola queria o jogo. Foi então que o cérebro do homem quase derreteu enquanto ele se espumava da boca pra saber qual era a consola para a qual queria o jogo… Como a resposta foi um “Não sei… Qual é a consola do PES?”, o senhor da loja prontificou-se a mostrar as várias versões disponíveis. Assim, vendo que a versão PS2 era a mais barata, levou essa mesmo, sem saber qual a consola.

Apenas um exemplo da cultura videojogável deste país. Onde os super soldados matam que se fartam!

Créditos ao Kamikaze_Tutor pela dica.

Por: Alarka

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Rumble Pack Special (NOT!) - Report TGS 2007 Feira de Santa Iria

18 Novembro, 2007
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Não foi há muito tempo que terminou a feira de Santa Iria, em Faro.

Esta feira, conhecida pelos locais para comer…

…é conhecida pelas suas MAGNÍFICAS raridades, nomeadamente as relacionadas com o mundo dos videojogos, que tive o prazer de ver, mas não experimentar, e vou tentar partilhar convosco a partir de fotos tiradas com a minha MAGNÍFICA máquina…telemóvel com câmara incorporada.

Mas ficam já avisado que estes produtos são tão raros que não é num Play-Asia que os vão encontrar. Talvez no Lik-Sang…ah pois! Já me tinha esquecido! (patrocínios…)

 

E começamos bem com este Pokémon Jade, uma versão falsa de um jogo Pokémon conhecida internacionalmente (AMAZING!).

…mas este tem a capa diferente da vista neste site…deve ser uma versão especial.

Supostamente será uma versão pirateada e em «Engrish» de um jogo chamado Keitai Denju Telefang: Speed Edition. Infelizmente não pude experimentar esta maravilha.

Mais depois do clique.

Por: Darkmessaiah

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Wii - Os jogos promissores para 2007

14 Outubro, 2007
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Como foi referido, durante estes dias será publicado aqui neste sítio, uma lista de jogos a sair até ao final do ano para cada consola de mesa.

Por fim, é a vez da lista de jogos para a Wii. A lista de jogos está disposta sem nenhuma ordem em particular. São jogos para todos os gostos que o Rumble Pack aconselha a colocarem debaixo de olho.


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Xbox 360 - Os jogos promissores para 2007

13 Outubro, 2007
Artigos

Como foi referido, durante estes dias será publicado aqui neste sítio, uma lista de jogos a sair até ao final do ano para cada consola de mesa.

Agora é a vez da lista de jogos para a Xbox 360. A lista de jogos está disposta sem nenhuma ordem em particular. Jogos para todos os gostos que o Rumble Pack aconselha a colocarem debaixo de olho.


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